“Sursum Corda Abemos a domini”.
Isto nos devolve um pedaço da infância. Nada disso. É
fragmento de nossa história, de cada um de nós, que ainda
se lembra... |
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do
blusão branco com gola e punhos em azul, com o CR no peito |
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do
croque do Pe. Walter |
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do
dedo indicador com saliva para marcar o bife maior |
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da
lenda do salitre no feijão (seria lenda?) |
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de
mortadela frita |
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das
camisas bacanas de futebol que os padres traziam da Alemanha |
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do
“cai fora daqui lá dentro” (logo após um repique
de lápis na carteira) |
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da
mesada do fim de semana – meio fichinha prá gastar no barzinho
meio grana |
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do
banho frio (só Quarta e Sábado) |
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das
meninas do Imaculada |
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do
“louro” do Fratão |
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da
fanfarra do Prof. Probst ensaiando no campão |
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de
aula de D A T I L O G R A F I A com o Teixeira |
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do
Prof. Tarciso fumando, fumando, fumando, ensinando matemática como
poucos – e com a jaqueta de gabardine |
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do
sanduíche que a gente trazia aos domingos pra comer no cinema do
colégio onde o Pe. José Walter contava o filme antes |
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da
sala de ciências com aquele esqueleto |
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do
Tulipa puxando o cabelo do lado da orelha |
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do
saco de roupa do lado da cama |
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das
quermesses com alto falante e músicas com dedicatórias |
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de
buscar prendas em casa para a dita quermesse |
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do
Correio Elegante |
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da
turma do radinho portátil (capa de couro legítimo) |
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das
listas de fornecimento da lojinha do Cebolão (inclusive madeira naval
para fazer aviãozinho) |
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de
casinha e forte Apache feito de palito de picolé |
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do
matinê no Cine Consórcio |
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do
viveiro embaixo da seringueira |
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do
Pe. Gilberto jogando água com mangueira na turma que puxava um fumo
(no bom sentido) nos banheiros (aqueles mesmo de fazer em pé) logo
depois do almoço |
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da
Lambreta e do Mercedão |
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da
Maria Japonesa do barzinho |
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do
sotaque dos padres alemães (não tem um de nós que não
imite até hoje) |
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do
dormitório dos pequenos, dos médios do meio e dos grandes |
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a
distribuição de cartas após o almoço lá
no refeitório |
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da lambuzada de graxa de sapato e pasta de dente na última noite
de cada semestre com direito a guerra de papel higiênico |
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da
rivalidade com o Rui Barbosa |
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lista
dos “presos” |
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de
escrever mil vezes “Não devo...” (e a gente colava uma
caneta na outra) |
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a
vontade de ficar doente só prá ir a enfermaria não
fazer nada e comer melhor |
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as
fotos do Fratão que nos eternizaram |
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Está aberto às hordas de qualquer tempo. Ajude a achar mais gente. Divulgue. Mande fotos. Conte histórias. Dê idéias. Critique. E se você já chamou o Príncipe de Piu- piu, é a nossa turma que estamos procurando por saudade de um tempo feliz. Nosso direito de ser criança está decretado outra vez!
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